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Miragem!!!

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Foto de Sílvia Martins

terça-feira, 27 de abril de 2010

afinal é TINHA!!!

Bom, como a manchinha no queixo não passava fui a outro dermatologista!!! Era o que eu desconfiava... TINHA!!!
Praticamente todos os miúdos daqui têm TINHA e a trabalhar com eles, há uma grande probabilidade de apanhar!
A chatice é que isto demora imenso tempo a tratar!!! Felizmente não foi no couro cabeludo, senão estava lixada!!! é melhor não falar muito!!!



Tinha (para quem quer saber mais alguma coisa!!!)


A tinha é uma infecção micótica da pele provocada por diversos fungos e que geralmente se classifica conforme a sua localização no corpo.
A tinha corporal também é causada pelo Trichophyton. A infecção normalmente provoca uma erupção de cor rosa ou vermelha que por vezes forma placas arredondadas com zonas claras no centro. A tinha corporal pode desenvolver-se em qualquer parte da pele.
Tratamento
A maioria das infecções micóticas da pele, excepto as do couro cabeludo e das unhas, são ligeiras e curam-se, frequentemente, com cremes de antimicóticos. Existem muitos cremes antifúngicos eficazes que se podem adquirir sem necessidade de prescrição médica. Geralmente, os pós antimicóticos não resultam bem no tratamento destas infecções. Os princípios activos das medicações antifúngicas são o miconazol, o clotrimazol, o econazol e quetoconazol.
Habitualmente, os cremes são aplicados duas vezes por dia e o tratamento deverá prolongar-se pelo menos entre 7 e 10 dias após a erupção ter desaparecido por completo. Se se interromper a aplicação do creme com demasiada rapidez, a infecção pode não se ter erradicado completamente e a erupção reaparecerá.
Podem decorrer vários dias até que os cremes antifúngicos produzam efeito. Enquanto isso, são utilizados cremes com corticosteróides para aliviar a comichão e a dor. A hidrocortisona em doses reduzidas é um fármaco de venda livre; os corticosteróides mais potentes requerem prescrição médica. Perante infecções mais graves ou persistentes, o médico pode prescrever uma terapia com griseofulvina durante vários meses, por vezes combinada com cremes antifúngicos. A griseofulvina, de administração oral, é muito eficaz, mas pode provocar efeitos colaterais como dores de cabeça, perturbações gástricas, fotossensibilidade, erupções, tumefacções e redução do número de glóbulos brancos. Após a interrupção do tratamento com griseofulvina, a infecção pode reaparecer. O médico também pode prescrever quetoconazol para tratar as infecções micóticas da pele. Tal como a griseofulvina, o quetoconazol por via oral pode apresentar importantes efeitos colaterais, como por exemplo perturbações hepáticas.
O facto de manter as zonas infectadas limpas e secas ajuda a evitar o aparecimento de novas infecções fúngicas e favorece a cura da pele. As áreas infectadas deverão lavar-se frequentemente com água e sabão e de seguida cobrir-se com pó de talco. Muitas vezes os médicos recomendam evitar pós que contenham amido de milho porque podem favorecer o desenvolvimento fúngico.
Se uma infecção micótica da pele supura, é possível que também tenha podido desenvolver-se uma infecção bacteriana. Esta infecção pode requerer tratamento com antibióticos. Alguns médicos prescrevem antibióticos que podem ser aplicados directamente sobre a pele; outros preferem antibióticos que devem ser administrados por via oral. A solução de Burow diluída ou o unguento de Whitfield (ambos de venda livre) também podem ser utilizados para secar a pele que supura.


As tinhas nunca são perigosas já que o fungo não está equipado para invadir o corpo. Ele alimenta-se apenas das células mortas queratinizadas da pele, unhas ou pêlos. Contudo é de dificil resolução porque o sistema imunitário não tem acesso a esses tecidos externos mortos. Há vários tipos de tinhas ou dermatofitoses:
  1. A Tinea corporis: afecta a pele sem pelos do corpo. É a que possui mais incidência, sobretudo nas pessoas mais obesas. Causada pelos fungos M. canis ou T.mentagrophytes.

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